Confederação Brasileira de Voleibol exclui mulheres trans de competições femininas
A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) anunciou que seguirá a política do Comitê Olímpico Internacional (COI) para definir a elegibilidade de atletas na categoria feminina em competições nacionais de quadra e praia.
Pelas novas regras, as atletas deverão passar por uma triagem genética para verificar o gene SRY, associado ao desenvolvimento das características sexuais masculinas. A CBV informou que seguirá os critérios estabelecidos pela política do COI, publicada em março deste ano.
A mudança pode afetar a participação da jogadora Tifanny Abreu, oposta do Osasco. O clube informou que está avaliando as novas regras antes de decidir se adotará alguma medida.
A política prevê exceções para condições específicas, como alguns distúrbios do desenvolvimento sexual. Nesses casos, a elegibilidade poderá ser analisada a partir de avaliação médica especializada.
A CBV também afirmou que pretende oferecer ou facilitar, quando possível, acesso a orientação médica independente, apoio psicológico e medidas de proteção para atletas, especialmente quando o resultado do exame revelar uma condição de saúde que anteriormente não era conhecida.
As novas regras serão aplicadas a partir da temporada 2026/27 da Superliga A e B, além da Supercopa 2026, Copa Brasil 2027, Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia 2027 e CBVP Challenger 2027.
A recusa em realizar a triagem não será considerada uma infração disciplinar. No entanto, sem a comprovação de elegibilidade, a atleta não poderá participar das competições da categoria feminina.
Segundo a CBV, a decisão acompanha mudanças adotadas pela Federação Internacional de Voleibol (FIVB), que aprovou em 2025 a utilização da triagem do gene SRY, e pelo COI, que publicou sua nova política em março de 2026.
A CBV já possuía, desde 2017, regras específicas para a participação de atletas transgêneros em suas competições. A nova política representa uma alteração nos critérios adotados pela entidade.
Fonte: Jornal O Sul.
Pelas novas regras, as atletas deverão passar por uma triagem genética para verificar o gene SRY, associado ao desenvolvimento das características sexuais masculinas. A CBV informou que seguirá os critérios estabelecidos pela política do COI, publicada em março deste ano.
A mudança pode afetar a participação da jogadora Tifanny Abreu, oposta do Osasco. O clube informou que está avaliando as novas regras antes de decidir se adotará alguma medida.
A política prevê exceções para condições específicas, como alguns distúrbios do desenvolvimento sexual. Nesses casos, a elegibilidade poderá ser analisada a partir de avaliação médica especializada.
A CBV também afirmou que pretende oferecer ou facilitar, quando possível, acesso a orientação médica independente, apoio psicológico e medidas de proteção para atletas, especialmente quando o resultado do exame revelar uma condição de saúde que anteriormente não era conhecida.
As novas regras serão aplicadas a partir da temporada 2026/27 da Superliga A e B, além da Supercopa 2026, Copa Brasil 2027, Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia 2027 e CBVP Challenger 2027.
A recusa em realizar a triagem não será considerada uma infração disciplinar. No entanto, sem a comprovação de elegibilidade, a atleta não poderá participar das competições da categoria feminina.
Segundo a CBV, a decisão acompanha mudanças adotadas pela Federação Internacional de Voleibol (FIVB), que aprovou em 2025 a utilização da triagem do gene SRY, e pelo COI, que publicou sua nova política em março de 2026.
A CBV já possuía, desde 2017, regras específicas para a participação de atletas transgêneros em suas competições. A nova política representa uma alteração nos critérios adotados pela entidade.
Fonte: Jornal O Sul.
