Agora no Real Madrid, José Mourinho explica defesa ao jogador Prestianni em caso de racismo contra Vini Jr.
“Se Prestianni era meu jogador, podiam vir 20 jogadores que estaria com ele, não tem discussão. Vini agora sabe de que lado estou. E sabe que pode me olhar e contar comigo para estar ao seu lado”, disse o técnico.
O caso aconteceu em fevereiro deste ano, num jogo de Champions League, quando Mourinho defendia o Benfica. Após o brasileiro fazer um golaço, afirmou que Prestianni, do Benfica, havia o chamado de macaco, enquanto levava as mãos à frente da boca, no que gerou a nova “Lei Vini Jr”. Mourinho responsabilizou o atacante pela “comemoração provocativa”. O atacante argentino acabou sendo punido pela Uefa.
Mourinho também defendeu o comportamento de Vini, algo de críticas na Europa. No entanto, voltou a enfatizar que discorda da forma que o brasileiro comemora seus gols em determinados momentos.
“Acho que as pessoas também têm que aprender a se comportar com ele. E falo também dos árbitros. Vinicius é um jogador como os outros. Você não pode marcar pênalti por ser um jogador e não marcar por ser o Vinicius. Não pode proteger o Mourinho e não proteger o Vinicius. As pessoas têm que olhar para ele como olham para outro jogador qualquer. É melhor que os outros… Não o respeitam, ao meu ver.”
“Sobre os estádios, estou de acordo. Também queria falar disso. Para mim, uma coisa é comemorar um gol com os seus. Outra coisa é comemorar na frente da torcida adversária. Pode encontrar um equilíbrio”, concluiu.
Fonte: Jornal O Sul
