Messi “sobrehumano” e Brasil entregue: veja as grifes e as gafes que marcaram as oitavas de final da Copa
As oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 foram marcadas por grandes atuações individuais, erros decisivos e episódios extracampo que repercutiram ao longo da competição.
Entre os destaques positivos, Erling Haaland foi o grande nome da vitória da Noruega sobre o Brasil por 2 a 1. Com apenas 45 toques na bola, o atacante marcou os dois gols da classificação e confirmou sua eficiência como um dos principais artilheiros do torneio.
Pela Inglaterra, Jude Bellingham teve atuação de destaque ao marcar dois gols em apenas dois minutos na vitória por 3 a 2 sobre o México. O meia chegou a quatro gols na Copa e foi peça fundamental na classificação inglesa às quartas de final.
Outro protagonista foi Lionel Messi, que comandou a reação da Argentina diante do Egito. Apesar de desperdiçar um pênalti, o camisa 10 participou da construção da virada, marcou um gol e ajudou a seleção argentina a avançar após vencer por 3 a 2.
Entre os momentos negativos, o Brasil desperdiçou oportunidades importantes na derrota para a Noruega. Bruno Guimarães perdeu um pênalti e Endrick desperdiçou uma chance clara diante do goleiro, contribuindo para a eliminação precoce da Seleção.
Fora de campo, um dos episódios mais polêmicos envolveu a suspensão do atacante norte-americano Folarin Balogun. Após receber cartão vermelho na fase anterior, a punição automática foi retirada pela Fifa antes das oitavas, decisão que gerou críticas e levantou questionamentos sobre possível interferência política após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que afirmou ter solicitado uma revisão da decisão.
Fonte: Jornal O Sul
