Copa do Mundo 2026 já fez 14 técnicos perderem o emprego; veja quais
A Copa do Mundo de 2026 já provocou uma grande movimentação nos bancos de reservas. Com o avanço da competição, 14 treinadores deixaram o comando de suas seleções, seja por demissão, pedido de saída ou encerramento de contrato após a eliminação.
Além desses casos, o técnico Didier Deschamps confirmou que deixará a seleção francesa após o Mundial, encerrando um ciclo iniciado em 2012, mas sua saída só ocorrerá depois do torneio.
As mudanças aconteceram em diferentes momentos da competição, com algumas seleções trocando de treinador ainda na fase de grupos e outras após a queda no mata-mata.
Entre os técnicos que deixaram seus cargos estão:
Sabri Lamouchi (Tunísia) – saiu após a goleada sofrida para a Suécia na estreia. Hervé Renard assumiu durante o torneio.
Steve Clarke (Escócia) – encerrou seu trabalho após a eliminação na fase de grupos.
Hong Myung-Bo (Coreia do Sul) – pediu demissão depois da queda precoce da equipe.
Miroslav Koubek (República Tcheca) – foi demitido após uma campanha sem vitórias.
Marcelo Bielsa (Uruguai) – deixou o cargo após a eliminação na primeira fase e problemas internos com o elenco.
Sebastián Beccacece (Equador) – decidiu sair após a eliminação nos 16 avos de final.
Ronald Koeman (Holanda) – anunciou sua saída após a eliminação nos pênaltis para Marrocos.
Julian Nagelsmann (Alemanha) – deixou a seleção após a queda diante do Paraguai.
Hervé Renard (Tunísia) – teve seu vínculo temporário encerrado após o Mundial.
Carlos Queiroz (Gana) – saiu após a eliminação para a Colômbia.
Javier Aguirre (México) – foi demitido após a derrota para a Inglaterra nas oitavas.
Roberto Martínez (Portugal) – encerrou seu ciclo após a eliminação para a Espanha.
Zlatko Dalić (Croácia) – deixou a seleção depois de quase nove anos no cargo.
Pape Thiaw (Senegal) – saiu após a eliminação da equipe africana.
A alta rotatividade de técnicos durante o Mundial reforça uma tendência comum no futebol internacional: resultados em grandes competições costumam definir rapidamente a permanência ou a saída dos comandantes.
Fonte: Jornal O Sul
Além desses casos, o técnico Didier Deschamps confirmou que deixará a seleção francesa após o Mundial, encerrando um ciclo iniciado em 2012, mas sua saída só ocorrerá depois do torneio.
As mudanças aconteceram em diferentes momentos da competição, com algumas seleções trocando de treinador ainda na fase de grupos e outras após a queda no mata-mata.
Entre os técnicos que deixaram seus cargos estão:
Sabri Lamouchi (Tunísia) – saiu após a goleada sofrida para a Suécia na estreia. Hervé Renard assumiu durante o torneio.
Steve Clarke (Escócia) – encerrou seu trabalho após a eliminação na fase de grupos.
Hong Myung-Bo (Coreia do Sul) – pediu demissão depois da queda precoce da equipe.
Miroslav Koubek (República Tcheca) – foi demitido após uma campanha sem vitórias.
Marcelo Bielsa (Uruguai) – deixou o cargo após a eliminação na primeira fase e problemas internos com o elenco.
Sebastián Beccacece (Equador) – decidiu sair após a eliminação nos 16 avos de final.
Ronald Koeman (Holanda) – anunciou sua saída após a eliminação nos pênaltis para Marrocos.
Julian Nagelsmann (Alemanha) – deixou a seleção após a queda diante do Paraguai.
Hervé Renard (Tunísia) – teve seu vínculo temporário encerrado após o Mundial.
Carlos Queiroz (Gana) – saiu após a eliminação para a Colômbia.
Javier Aguirre (México) – foi demitido após a derrota para a Inglaterra nas oitavas.
Roberto Martínez (Portugal) – encerrou seu ciclo após a eliminação para a Espanha.
Zlatko Dalić (Croácia) – deixou a seleção depois de quase nove anos no cargo.
Pape Thiaw (Senegal) – saiu após a eliminação da equipe africana.
A alta rotatividade de técnicos durante o Mundial reforça uma tendência comum no futebol internacional: resultados em grandes competições costumam definir rapidamente a permanência ou a saída dos comandantes.
Fonte: Jornal O Sul
