Cristiano Ronaldo diz que enfrentar Messi na Copa do Mundo seria “top”
A pergunta mencionava a rivalidade construída ao longo de quase duas décadas e a chance de um encontro entre os dois em uma Copa do Mundo. Cristiano desconversou.
“Não sei o que responder porque é uma pergunta que não faz muito sentido. Seria top. Mas o mais importante era ganhar hoje para passar da fase de grupos e estar preparado para o que vem”, afirmou.
O português ressaltou que a prioridade era a classificação e o próximo compromisso da seleção.
“Sabemos que vamos ter um jogo duro contra a Colômbia, mas o objetivo principal era passar da fase de grupos e conseguimos. Joguei bem, marquei, ajudei a equipe. A equipe esteve muito bem e seguimos.”
Mais à vontade ao comentar a atuação portuguesa, Cristiano disse que a vitória foi uma resposta às críticas recebidas após o empate com o Congo na estreia.
“Melhoramos. A vida é assim. O nosso objetivo principal é sempre melhorar. Foi o que fizemos.”
O atacante afirmou que os dias anteriores à partida foram marcados por forte pressão sobre a equipe.
“Foi uma semana muito dura, uma semana difícil, uma semana em que a opinião pública foi muito dura conosco, com todos os jogadores, especialmente comigo e com o treinador.”
Aos 41 anos, ele voltou a mencionar a forma como costuma ser avaliado ao longo da carreira.
“Já são 23 anos de profissão. Quando as coisas correm bem, Cristiano está bem. Quando correm mal, é um aposentado, já está velho. Vai ser sempre assim.”
Cristiano disse que a resposta veio dentro de campo.
“Demos uma boa resposta, eu e os meus companheiros, que era o que queríamos. Estamos bem posicionados, jogamos bem, jogamos com as linhas altas e, quando é assim, é muito difícil parar Portugal.”
Ao ser lembrado de que Messi, Mbappé, Haaland e agora ele próprio haviam sido protagonistas nos últimos dias da Copa, o português respondeu em português e resumiu sua trajetória em uma frase.
“Eu chego sempre, mas chego mais tarde. Eu estou lá.”
“Estou muito feliz porque para mim o mais principal é a equipe, estar unido com eles, estar unidos com as nossas famílias. Tudo o resto que vem de fora não podemos controlar.”
“Sabemos que quando jogamos bem ou não ganhamos, somos sempre atacados, principalmente eu. Mas, como disse anteriormente, já estou acostumado e sigo o barco.” As informações são do jornal Folha de S.Paulo.
Fonte: Jornal O Sul
