Fraudes ligadas à Copa na internet quase dobram em relação ao último Mundial
Golpes relacionados à Copa do Mundo de 2026 cresceram significativamente no Brasil, segundo levantamento da NordVPN. A pesquisa aponta que 34% dos internautas tiveram contato com fraudes ligadas ao futebol em 2024 e 2025, quase o dobro dos 19% registrados antes da Copa de 2022.
O avanço é atribuído principalmente ao uso da inteligência artificial, que permite a criação rápida de sites falsos, mensagens fraudulentas e campanhas de phishing cada vez mais sofisticadas. Dados do Procon-SP mostram que as reclamações relacionadas à Copa aumentaram oito vezes nos últimos meses.
As redes sociais continuam sendo os principais canais utilizados pelos golpistas, com destaque para Instagram, WhatsApp, Facebook e TikTok. Entre os golpes mais comuns estão venda de ingressos falsos, apostas ilegais, produtos falsificados e fraudes envolvendo álbuns e figurinhas da Copa.
Especialistas alertam que o Pix passou a ser uma das ferramentas mais exploradas pelos criminosos devido à rapidez das transferências e à dificuldade de recuperação dos valores após o golpe. Além disso, a utilização de dados pessoais vazados permite abordagens mais direcionadas e convincentes.
Para evitar prejuízos, órgãos de defesa do consumidor recomendam verificar a reputação de vendedores, desconfiar de ofertas muito abaixo do preço de mercado, conferir informações da empresa, guardar comprovantes de compra e evitar sites que aceitem apenas Pix como forma de pagamento.
Fonte: Jornal O Sul
O avanço é atribuído principalmente ao uso da inteligência artificial, que permite a criação rápida de sites falsos, mensagens fraudulentas e campanhas de phishing cada vez mais sofisticadas. Dados do Procon-SP mostram que as reclamações relacionadas à Copa aumentaram oito vezes nos últimos meses.
As redes sociais continuam sendo os principais canais utilizados pelos golpistas, com destaque para Instagram, WhatsApp, Facebook e TikTok. Entre os golpes mais comuns estão venda de ingressos falsos, apostas ilegais, produtos falsificados e fraudes envolvendo álbuns e figurinhas da Copa.
Especialistas alertam que o Pix passou a ser uma das ferramentas mais exploradas pelos criminosos devido à rapidez das transferências e à dificuldade de recuperação dos valores após o golpe. Além disso, a utilização de dados pessoais vazados permite abordagens mais direcionadas e convincentes.
Para evitar prejuízos, órgãos de defesa do consumidor recomendam verificar a reputação de vendedores, desconfiar de ofertas muito abaixo do preço de mercado, conferir informações da empresa, guardar comprovantes de compra e evitar sites que aceitem apenas Pix como forma de pagamento.
Fonte: Jornal O Sul
